Campo Pequeno e Museu Calouste Gulbenkian

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Um dos lugares que gostei em Lisboa e voltei duas vezes para comer foi a Praça de Touros de  Campo Pequeno.  Foi onde jantamos no primeiro e no último dia da viagem (da minha viagem, porque como eu disse no post anterior, o Rodrigo já estava lá). A Praça de Touros de Campo Pequeno foi inaugurada em 1892. A construção é muito bonita e imponente, mas hoje em dia não tem mais touradas, e sim um espaço para shows, espetáculos e um shopping subterrâneo, com cinema e  1200 vagas de estacionamento. Tem algumas opções de restaurantes e barzinhos na parte externa também. Além do ambiente agradável era perto do nosso hotel, íamos a pé. Na primeira vez comemos no Vino Tinto e na segunda comemos num restaurante japonês.

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Comemos no restaurante Vino Tinto

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Comemos batata com ovos mexidos

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Encerrando o primeiro dia em Lisboa

Em frente à Praça de touros de Campo Pequeno

Em frente à Praça de touros de Campo Pequeno

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Da segunda vez, foto antes de comer para ver de dia

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Comemos num restaurante japonês

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Fizemos fotos na entrada do cinema

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Coisa de quem não tem mais nada pra fazer

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Vou fazer um parênteses aqui e pular para o quarto dia da viagem, mais precisamente na manhã do dia em que fomos para Cascais e Estoril (que relatarei com detalhes mais para frente). Fomos conhecer o Museu Calouste Gulbenkian, uma das maiores coleções privadas que você vai encontrar na vida. Vou contar a história, olha que interessante:

Era uma vez um magnata do Petróleo chamado Calouste Gulbenkian, que ao longo de sua vida formou uma valiosa coleção de arte com mais de 6 mil itens, do Egito e Mesopotâmia à pinturas de Rubens e Ghirlandaio, passando por artes decorativas e livros raros. Em uma de suas viagens, parou por escala em Lisboa, ficou doente, tendo que prolongar sua estadia na cidade, e gostou da paz que ali encontrou. Acabou ficando em Portugal até sua morte em 1955. Gulbenkian, de nacionalidade turca, era filantropo e dedicou uma grande parte de sua riqueza para várias causas. No seu testamento criou a fundação de mesmo nome, que herdou o remanescente da sua fortuna. No documento elegeu Portugal como base da fundação, agradecendo postumamente o país que lhe acolheu.

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O Museu Calouste Gulbenkian é, sem dúvida, um dos mais importantes do mundo, com peças datadas de 2000 anos antes de Cristo até aos dias de hoje. Alguns destaques da coleção são a joalharia Greco-Romana (única no Mundo), coleção de moedas Helênicas, obras de arte orientais em porcelana, entre muitas outras peças variadas. Como o museu tem peças de vários estilos e épocas, você não se cansa de olhar.

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“Figura do velho de Rembrandt”

Muito melhor que muito museu famoso por aí!!! Recomendo muito!!

 

 

Mudando de assunto, uma coisa que eu já disse no post do Chile, e vou dizer aqui de novo, é que música me marca muitos nas viagens, ativa minha memória e me faz viajar de novo. Nessa viagem à Portugal uma música que me marcou bastante, porque tocava na rádio toda a hora, foi “Say it right”, da Nelly Furtado. Adoro essa música e vou deixar o link aqui pra você curtir o som se quiser também.

Esse post fica por aqui. No próximo post trago o segundo dia em Lisboa, fomos conhecer o Zoológico, até lá.

 

 

 

 

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